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Esquadrão Escorpião inicia manobra interna em Boa Vista (RR)

O Esquadrão Escorpião (1°/3° GAV), localizado na Ala 7, em Boa Vista (RR), iniciou, na última quarta-feira (08), o Exercício Full Throttle (motor a pleno, em inglês), manobra interna que utiliza um cenário tático simulado para treinamento e avaliação dos pilotos.

A atividade marca a etapa final do Curso de Formação de Líderes de Esquadrilha da Aviação de Caça (CFLEC) no ano de 2018. Durante 30 dias, os pilotos do 1°/3° GAV treinam o planejamento e execução de diversas ações de Força Aérea, entre elas ações de ataque, varredura, escolta, reconhecimento aéreo e reconhecimento armado.

O exercício permite ao esquadrão aéreo ampliar os conhecimentos dos seus militares em um contexto de conflito internacional, realizar avaliação de resultados e entender o processo de comando e controle.

“O objetivo também é simular, dentro da nossa realidade, as etapas do desenvolvimento de um conflito. Com isso, envolveremos diversos setores do Esquadrão e da Ala 7 para priorizar alvos, emitir ordens, analisar resultados, preparar as aeronaves com as configurações exigidas e inserir um contexto geopolítico de inteligência e de comunicação social”, afirma um dos oficiais do esquadrão.

Para ele, o A-29 Super Tucano, além de ser uma aeronave que dispõe de diversos recursos para realizar esse tipo de missão com excelência, possui ferramentas para download de dados de voo que permitem um estudo detalhado dos erros e acertos, ampliando o ganho de experiência de todos os pilotos.

“Sem dúvidas, hoje temos condições de simular um cenário de combate mais próximo da realidade e extrair o máximo de conhecimento para formação dos pilotos e desenvolvimento de táticas”, complementa o piloto.

Um dos militares participantes do treinamento acredita que, apesar de ser a última fase do CFLEC, sempre há a oportunidade de aprender alguma coisa nova. Segundo ele, será o momento em que os militares utilizarão todo conhecimento adquirido desde a especialização na Aviação de Caça (no 2°/5° GAV, em 2016), aliado ao planejamento de uma missão e a gerência de várias aeronaves em um cenário tático.

“Uma verdadeira prova de que estamos preparados para o combate. Lembro-me bem que, enquanto realizava meu primeiro voo de T-25, na Academia da Força Aérea, observava alguns instrutores que já haviam passado pela Aviação de Caça e imaginava o quanto essa realidade estava distante.

Hoje, na reta final dessa jornada, a motivação só aumenta ao perceber o quanto todo o caminho percorrido valeu a pena”, conclui o integrante da unidade.

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